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Oscar Gorutubano -- Melhores do Ano Puro Som
08 de novembro de 2019

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Enem 2019: veja os materiais que você não pode usar no dia da prova
01 de novembro de 2019
Cuidado: Sensação do momento com memes na internet, caneta azul no gabarito pode gerar eliminação!

Quem acha que candidato bem preparado é aquele que leva tudo quanto é tipo de material escolar para o dia da prova pode tomar um susto no Enem. Diferentemente de alguns vestibulares, o Enem restringe bastante os materiais permitidos durante a realização do exame. 

Lápis, borracha, régua… Nada disso poderá ser usado, e deverá ficar dentro do saco plástico lacrado caso o candidato leve no dia. Para fazer a prova, somente caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente. Preencher o gabarito com outra cor de caneta gera eliminação, já que o leitor que faz a correção da prova só reconhece a cor preta. Já o material de cor transparente é exigido para que o candidato não guarde nenhum tipo de “cola” no tubo. 

É bom lembrar que, embora a caneta preta seja o único material permitido, não existe limitação do número de canetas! Inclusive, o recomendável é levar uma ou duas de reserva em caso de falha. 
Se já quiser arrumar seus materiais para a prova lembre-se de levar ao menos duas canetas pretas e passar bem longe de lápis, borracha, régua, calculadora e afins. 
Cuidado redobrado com o celular
O Inep oficializou no edital do Enem deste ano as regras acerca de celulares durante a aplicação da prova. A partir de agora, qualquer toque de celular (seja de alarme, ligação ou outros) que forem emitidos mesmo com o aparelho lacrado dentro do saco plástico resultará na eliminação do candidato. Nas edições passadas já havia a orientação para desligar os celulares, mas, em caso de toque, as ocorrências poderiam ser discutidas caso a caso. 
O Enem começa a ser aplicado em todo o país neste domingo dia 3. E volta no domingo que vem dia 10.

 
DEER diz que táxis podem circular entre municípios
01 de novembro de 2019


UMA GRANDE NOTÍCIA PARA A REGIÃO

JANAÚBA -- A punição a taxistas que transportam passageiros de um município a outro é um equívoco, já que não está de acordo com a legislação em vigor. A afirmação foi feita pelo chefe de gabinete do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem (DEER-MG), João Baêta Machado, durante audiência pública que tratou dos efeitos da Lei Federal 13.855, de 2019, e do Decreto Estadual 44.035, de 2005. A norma federal, que entrou em vigor no início de outubro, altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal 9.503, de 1997), e tem sido usada para punir trabalhadores do transporte alternativo de passageiros.

A audiência conjunta das comissões de Turismo e Gastronomia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e de Viação e Transportes da Câmara Federal foi requerida pelos deputados Virgílio Guimarães (estadual) e Paulo Guedes (federal). A reunião contou com a participação de centenas de taxistas, em especial de municípios das regiões Norte e Nordeste do estado. Segundo os taxistas, desde a sanção da nova lei pelo presidente Jair Bolsonaro, eles têm sido parados por agentes do DEER nas estradas. Se o carro é apreendido, motorista e passageiros ficam no meio da rodovia, sem ter como chegar a seus destinos.

Antes da edição da Lei Federal 13.855, o ato de transportar pessoas e bens sem autorização legal era considerado infração média. Com a nova norma, a atividade passa a ser classificada como infração gravíssima, sujeita a multa, perda de pontos na carteira de habilitação e remoção do veículo. Segundo João Baêta Machado, a norma trata de escolares e transporte remunerado não autorizado, o que não seria, segundo ele, o caso dos taxistas, que exercem a atividade com autorização.

Nacionalmente, a autorização está na Lei Federal 12.468, de 2011, que regulamenta a atividade de taxista. Há, ainda, a autorização municipal para os serviços. Nesse contexto, Machado afirmou que os casos relatados na audiência pública serão analisados para saber se há abuso de autoridade ou desconhecimento dos agentes sobre a lei.

Requerimento pede suspensão das fiscalizações nas estradas

Com o objetivo de assegurar que as fiscalizações por agentes do DEER e das polícias rodoviárias sejam suspensas, o deputado estadual Virgílio Guimarães apresentou requerimento a ser enviado aos respectivos órgãos. Segundo ele, até que a ALMG tenha uma conclusão sobre a regulamentação do transporte intermunicipal de passageiros por taxistas, é importante garantir que esses trabalhadores não sejam punidos indevidamente.

O requerimento foi aprovado por unanimidade, o que foi muito comemorado pelos taxistas, que afirmaram estarem sendo impedidos de trabalhar.  

Serviço é considerado essencial nos municípios menores

A assessora especial do Ministério Público, Carolina Mendonça de Siqueira, afirmou que vai levar as reclamações ao órgão, para que sejam tomadas as providências necessárias. “A lei não pode desconhecer a realidade e, em Minas Gerais, temos mais de 800 municípios, muitos dos quais pequenos e que têm sua vida em torno das cidades-polo, então dependem dos taxistas”, disse.

 
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