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*Onde a gente menos espera!
02 de agosto de 2017


Autor: Dr. Carlos Alberto Araújo Oliveira CRM (MG) 18.64

Reforma Agrária na Mata Atlântica, Antena Claro, Sítio Lagoa dos Patos, Globalização & Liberdade de Expressão:

 

 

Hoje é terça-feira, 31 de maio de 2011. Seria muito triste finalizar este mês, sem escrever pelo menos: Uma carta! Tenho que escrever mais uma Carta Ética para o Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Janaúba (MG), solicitando o de: Sempre! Ou seja, a liberação das minhas terras, as fazendas Boi Bonito (I, II e III), localizadas no município de Porteirinha, Norte das Minas Gerais. E, da mesma forma que as fazendas adquiridas pelo INCRA e pelas associações foram liberadas. É que os sem-terra continuam lá nas: Fazendas vizinhas! Eternamente vigilante,  não: Arredo o pé! A única viajem que faço, em decorrência dos altos custos para manter as minhas propriedades vivas, é a viajem para o: Cheque Especial! 

 

Enquanto o Brasil inteiro se pergunta, quem foi que mandou matar em 24/05/2011, o casal de sindicalistas no Pará, José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, que denunciavam extração ilegal de madeira nos assentamentos onde moravam, eu já sabia da: Resposta! Quem  leu aquela Carta Ética protocolada no IEF de Janaúba em 09/01/2009 (Reforma Agrária, Tragédias & Liberdade de Expressão: Eu sou vidente), sabe que falo a: Verdade! Quem os matou foi a: Ignorância! Pois, denunciaram coisas que o Mundo inteiro já: Sabe! E quando a Fátima Bernardes divulgou esta noticia na terça-feira (24/05/2011), no Jornal Nacional, ela também deveria ter dito: Parem com este tipo de denuncia!  Não é: Novidade! Mas a Fátima: Não comentou nada! E na sexta-feira (27/05/2011), neste mesmo telejornal, a mesma Fátima anunciou mais uma: Morte trágica! O agricultor e líder camponês, Adelino Ramos, parou de denunciar a ação de madeireiros na divisa de Rondônia, Acre e Amazonas. E no Jornal Nacional de ontem (30/05/2011), a Fátima de sempre, voltou a noticiar a morte de mais um: Coitado! É a tal da ignorância que: Mata!

 

Uma denúncia dever ser ética, elegante e: Disfarçada! Na Carta Ética protocolada no IEF em 09/01/2009 está escrito: O problema é que eu sou vidente. Eu vi durante os meses de novembro e dezembro de 2008, caminhões e caminhões carregando toras de madeira oriundas da Fazenda Santa Maria – Porteirinha (MG), adquirida pelo INCRA. A Reforma Agrária na Mata Atlântica: A Parceria INCRA & IBAMA (Jornal Folha do Norte, 01/09/2007) passava tranquilamente, bem em frente das minhas propriedades rurais, que nem acontece na Amazônia (Uma Estranha Parceria – VEJA, 26/03/2008). E procure sempre, escutar as: Arvores!

 

Por falar em arvores, neste mês de maio de 2011, descobri uma coisa: Incrível! O meu Sítio Lagoa dos Patos, no município de Capitão Enéas (MG), onde a Claro S.A instalou de  forma irregular uma antena, vale muitíssimo mais que as: Fazendas Boi Bonito! E tudo foi descoberto depois de um: Crime bárbaro! Foi: O Crime da Árvore! Eles mataram um oiti de 25 anos, parte da fachada da minha propriedade. E não foi só: Isso! Houve agressão: Verbal! Dano material e moral ao proprietário do Sitio Lagoa dos Patos e das fazendas: Boi Bonito! Onde o Boi é também: Brabo! Os dois Umbuzeiros que moram ao lado desta antena, são grandes: Fofoqueiros! O “Contrato”, ou seja, uma manifestação de interesse que eu assinei com a Claro S.A, simplesmente não está assinado pela: Claro! Quem assinou o tal “Contrato em Belo Horizonte,  não representa de fato  a: Claro! Portanto, não existe: “Contrato” Claro! E tem: Mais! A Claro S.A averbou na certidão de inteiro teor do meu imóvel em 16/02/2011, no Cartório de Francisco Sá (MG), duas: Cláusulas! Uma: Cláusula de Vigência! E uma: Cláusula de Preferência! Se eu vender o meu imóvel, preço a preço, a preferência é do milionário mexicano: Carlos! Foi aí que o verdadeiro responsável pela Claro S.A no Brasil, o Testa de Ferro do Slim, teve que: Aparecer! No “Contrato” original que tenho em mãos, o local onde este indivíduo, ou melhor, estes dois indivíduos deveriam ter assinado, está em: Branco! O problema é que eles: Não moram em BH!

 

Para entender O Caso da Antena Claro no meu Sítio Lagoa dos Patos, preciso explicar um: Principio Jurídico! Adotado por muitos: Safados! É o principio da: Manifestação de Interesse! Aprendi tudo com a Teacher, procuradora da Prefeitura de Capitão Enéas (MG): Dra. Roberta Ramone! Na segunda-feira (29/11/2010), procurei a prefeitura desta cidade para denunciar inúmeras irregularidades no: “Contrato” Claro! E solicitar de imediato, o cancelamento do alvará emitido em 20/10/2010, para a Claro S.A, construir a base para a Antena Claro no meu: Sítio! A Dra. Ramone se negou a me dar uma copia do alvará de uma obra que estava sendo realizada dentro da minha: Propriedade! Após deixar a prefeitura desta cidade, procurei a: Policia! Registrei um BO, documentando os: Fatos! A Doutora tinha me explicado que o Principio Jurídico da Manifestação de Interesse funciona: Assim! Se manifestar interesse: Pode sentar o pau!

 

 

E foi assim, que Dominique Strauss-Kahn, um dos homens mais poderosos do Mundo, diretor-presidente do Fundo Monetário Internacional, acabou na: Cadeia! Em um hotel cinco-estrelas de Nova York, tentou fazer que uma camareira negra da Guiné, engolisse uma: Cobra! A revista VEJA (25/05/2011) conta tudo em: Detalhes! E lá no México, terrinha do Carlos Slim, Dono da Claro, o francês já tinha abusado sexualmente de uma serviçal, e ficou: Impune! Ninguém nem desconfiava, que o Chefão do FMI era: O Terror das Empregadas Domésticas! Mas a vida é mesmo: Assim!Acontecem coisas imprevisíveis: Onde a gente menos espera!

 

 

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*Carta Ética protocolada no Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Janaúba (MG) em 31/05/2011.

 

 
Agropecuária é o setor que mais gerou empregos em Janaúba num ano
31 de julho de 2017
JANAÚBA (por Oliveira Júnior) – A agropecuária foi o setor que mais gerou empregos em Janaúba nos últimos 12 meses, segundo dados divulgados na segunda-feira, dia 17 de julho, pelo Ministério do Trabalho. No geral, foram proporcionados 500 empregos e mantidas em torno de 12% dessas vagas, pois entre junho de 2016 e junho deste ano houve o saldo de 59 postos de trabalho. A agropecuária foi oúnico setor que garantiu vagas, uma vez que nos demais setores houveram mais demissões do que contratações de trabalhadores.

 
De acordo com levantamento realizado pelo JORNAL DA SERRA GERAL, em maio e junho últimos a agropecuária salvou a economia de Janaúba. A agropecuária deu um show com o crescimento de números de emprego em Janaúba nos últimos 12 meses. No primeiro semestre deste ano, apenas a agropecuária e a indústria da transformação mantiveram saldo positivo, quer dizer, registraram mais do que desligaram funcionários.

 
Em junho, 56 trabalhadores foram empregados no setor agropecuária neste município e no mesmo período 43 tiveram o encerramento do contrato. No semestre, 288 trabalhadores rurais foram chamados e 251 dispensados, enquanto que de junho do ano passado a junho deste o setor agropecuário de Janaúba admitiu 500 pessoas e dispensou 441 mantendo 59 postos de trabalho.

 
O comércio janaubense demitiu 1.070 trabalhadores nos últimos 12 meses, período no qual admitiu 1.058 comerciários e fechou de junho de 2016 a junho de 2017 com saldo negativo de 12 vagas. No primeiro semestre deste ano os lojistas de Janaúba, em sua maioria, contrataram 534 funcionários e dispensaram 602 com perda de 68 vagas, e em junho passado o comércio local gerou 67 empregos formais, mas contribuiu com o desemprego de 73 pessoas.

Na construção civil não foi diferente. No mês passado, no primeiro semestre de 2017 e nos últimos 12 meses o desemprego tomou conta. De janeiro a junho deste ano, esse setor registrou 62 trabalhadores e demitiu 100.

 
Em junho a oferta de emprego também foi inferior, uma vez que naquele mês apenas 8 operários tiveram a carteira registrada e 19 foram pela contra-mão, foram desligados do serviço. Entre junho do ano passado e junho último, a construção civil em Janaúba oportunizou 135 empregos e favoreceu a demissão de 182 operários, no mesmo período.

 
Na indústria da transformação houve um alívio no semestre que teve 324 contratações e 247 dispensas. Em compensação, nos últimos 12 meses ocorreram 580 demissões e 553 admissões. Na área de serviços houve o registro de três demissões para cada contratação de trabalhador no mês passado. 156 pessoas perderam o emprego em junho, enquanto que 57 foram admitidas nesse setor que fechou o semestre com saldo negativo de 42 vagas e teve 1.168 contratações e 1.231 dispensas em um ano.

 
No geral, para cada dois trabalhadores admitidos em Janaúba, três foram demitidos no mês passado. As empresas chamaram 228 pessoas, mas desligaram das suas atividades 334 funcionários. No semestre, 1.799 contratações e 1.855 dispensas. Entre junho de 2016 e junho deste ano, foram registrados 3.418 trabalhadores com carteira assinada neste município, entretanto, 3.510 ficou desempregados no mesmo período, média de uma dispensa a cada quatro dias.
 
Cidades da Serra Geral recebem barracas para a agricultura familiar
23 de junho de 2017

JANAÚBA (Fernando Lucas) – Na manhã desta quinta-feira, dia 22, começaram as entregas das barracas para todos os municípios envolvidos no projeto do Consórcio União da Serra Geral. A prefeitura de Verdelândia recebeu suas 18 barracas, devidamente equipadas com balança de precisão, caixotes para o armazenamento das mercadorias e uma lixeira para acomodar o lixo orgânico produzido nas feiras livres que começam a ganhar corpo com as devidas barracas, padronizadas, conseguidas através do empenho do Consórcio União da Serra Geral.
 
Através do Consórcio União da Serra Geral (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Microrregião da Serra Geral de Minas), atualmente presidido pelo prefeito de Nova Porteirinha, Juracy Fagundes Jácome, foram adquiridas barracas de lona e kits de apoio para a comercialização de produtos oriundos da agricultura familiar regional, visando promover o desenvolvimento das feiras agroecológicas, a partir de implementação da infra-estrutura básica de funcionamento das mesmas.
No total, 256 barracas estão sendo distribuídas para os municípios que compõem esta parte do Estado e estão devidamente filiados e cadastrados junto ao Consórcio. Deste total, cerca de 100 delas já foram, inclusive, entregues. Trata-se de um projeto via MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), objetivando o fortalecimento da agricultura familiar.
 
As feiras agroecológicas constituem um diferencial de oferta de produtos oriundos da agricultura familiar com grande potencial de comercialização. Os 16 municípios pertencentes ao Território da Cidadania Serra Geral já possuem esta iniciativa e muitas vezes comercilizam seus produtos de forma inadequada (no chão, sobre lonas), causando perda da qualidade destes produtos. Daí a iniciativa do Consórcio União da Serra Geral em buscar a adequação destes espaços.
 
Segundo Juracy Fagundes Jácome, presidente do Consórcio, a estrutura física destas barracas, bem como os itens que a compõe, de suporte e comercialização, como caixas, balança de precisão e lixeiras para o recolhimento do lixo orgânico, servem para consolidar estes empreendimentos, gerando emprego e renda aos agricultores, promovendo a segurança alimentar e nutricional tão buscada na atualidade.
 
Esta implementação foi aprovada dentro do Colegiado territorial já há algum tempo, porém, devido a cortes orçamentários não fora contemplado, o que aconteceu agora. Este projeto encontra-se diretamente vinculado ao Plano Brasil Sem Miséria, ofertando a possibilidade de comercialização dos excedentes de produção, a partir da organização destes.
 
Juracy destaca ainda, os diferentes impactos positivos da base agroecológica, com preocupação prioritária frente ao uso adequado dos recursos naturais, sem uso de produtos químicos em sua produção. Para as questões econômicas, estima-se na região que cada família feirante de produtos agroecológicos chega a comercializar por mês o equivalente a dois salários mínimos. E, no que tange as questões sociais, a inclusão dos jovens e mulheres na pespectiva de empreendimento rural tem sido fortalecido.
 
“Acredito que este incentivo poderá promover um destaque territorial de forma coletiva, que irá fortalecer a política territorial e o capital social que tem sido construído ao longo destes anos”, atesta o presidente do Consórcio, prefeito Juracy Jácome.Image Image
 
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