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Janaúba corre o risco de perder seu maior patrimônio: A Ferrovia
29 de julho de 2013

 

JANAÚBA (por Oliveira Júnior) – No dia 27 de dezembro próximo o município de Janaúba completará 65 anos de emancipação político-administrativa. No contexto trabalhista, esta localidade atingirá a idade que lhe proporciona a aposentadoria. Mas, nada de parar. Constata-se que a sexagenária Janaúba carece de muito progresso e também da preservação da sua história. Aliás, a cidade de Janaúba, surgida à margem de dois importantes patrimônios, a ferrovia e o rio Gorutuba, ainda não possui definitivamente a sua história narrada, escrita e exposta para os cidadãos se aventurarem no que aconteceu por aqui.

Com amplo destaque econômico na pecuária (criação de gado) e na agricultura (principalmente na fruticultura), Janaúba corre o risco de perder um dos alicerces que a fez "nascer" e se tornar o segundo município do Norte de Minas, dentre quase uma centena de localidades, em vários aspectos. O governo federal já deu sinal de que a ferrovia que corta a cidade e o município de Janaúba poderá ser extinta. Isso mesmo há planejamento bem avançado para a retirada dos trilhos e, obviamente, do "trem" que há quase 70 anos passa por aqui diariamente.

A locomotiva com vagões pode estar se despedindo do solo desta comunidade que muito valorizou o transporte ferroviário. Falar de Janaúba sem falar do trem, ou falar da ferrovia sem lembrar-se de Janaúba é uma tremenda amnésia. Os saudosistas e os adeptos do transporte ferroviário definem que acabar com o laço umbilical entre os gorutubanos e janaubenses com a ferrovia seja semelhante a tomar o pirulito da boca de uma criança. Uma covardia.

Janaúba e outras comunidades que são "cortadas" pela ferrovia na região da Serra Geral de Minas já foram castigadas pela desativação em setembro de 1996 do transporte ferroviário de passageiros. De lá para cá o Norte de Minas não mais vivencia o Trem do Sertão passar pelos horizontes entre Montes Claros e Monte Azul com o embarque e desembarque de passageiros nas estações, principalmente em Capitão Enéas (antiga Burarama), Quem-Quem (distrito de Janaúba), Janaúba, Tocandira (distrito de Porteirinha), Pai Pedro, Catuti e Monte Azul. O ato governamental em acabar com o trem de passageiro foi, literalmente, uma punhalada nos norte-mineiros.

A ferrovia foi implantada em Janaúba nos anos 40. Quando Janaúba se tornou cidade o trem já passava no vai e vem nesse lugarejo que antes tinha o nome de Gameleira. Retirar os trilhos da ferrovia da cidade de Janaúba será um lastimável ato de sepultamento de toda a história de Janaúba. Nesse caso, a ata finalizaria com o seguinte termo: "perdendo o Trem da História".

 
Escola do Quem-Quem realiza projeto "Valores da Vida"
15 de julho de 2013

 

JANAÚBA (por Oliveira Júnior) – Um passeio pela cidade com o privilégio em aventurar pelo clube social do Abip, perto da barragem do Bico da Pedra, almoçar num dos principais restaurantes de Janaúba, visitar o Espaço Cultural Central do Brasil onde se encontra a biblioteca pública municipal. Esse roteiro foi seguido por alguns alunos da Escola Estadual Dr. José Esteves Rodrigues, do distrito de Quem Quem, município de Janaúba, nessa quinta-feira, dia 11 de julho.

Essa aula especial fez parte do Projeto de Valores gerando perspectivas e traçando um no projeto de vida que é desenvolvido na escola pela coordenadora pedagógica Izaltina Ferreira Nunes que fez questão de organizada a vinda dos estudantes com idade entre 12 e 14 anos até o centro urbano, distante quase 40 quilômetros do distrito de Quem Quem.

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Produtores rurais terão dívidas de R$ 15 mil perdoadas
15 de julho de 2013

 

BRASÍLIA/DF – O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, dia 10 de julho, a emenda do deputado federal Humberto Souto (PPS-MG) que perdoa dívidas de produtores rurais do Norte de Minas e de municípios da área da Sudene. A emenda do deputado Humberto Souto trata da anistia de dívidas de produtores rurais cujo valor atual seja de até R$ 15 mil, se originalmente ela tiver sido de até R$ 50 mil.

A emenda de Humberto Souto foi à Medida Provisória 610/2013 para quem é o dispositivo que mais avançou em benefícios para os produtores rurais da Área Mineira da Sudene desde a Anistia Rural, em 1988, de autoria do próprio Humberto Souto. Ou seja, 25 anos após conceder o perdão de dívida aos produtores rurais, ação de Souto volta a atender a classe rural.

"O Brasil precisa resgatar os produtores atingidos pela seca que ficaram endividados e estão sem condições de retomar suas atividades a todo vapor", declarou Humberto Souto que é chamado pelos ruralistas de "Deputado da Anistia", por causa da autoria da emenda à Constituição de 1988 que resultou no perdão geral das dívidas dos produtores rurais brasileiros, então ameaçados de falência. (Fonte: Agência Câmara e A.I./HS)

 
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